segunda-feira, maio 02, 2005

Uno, pois, perfeito. Perfeito , pois, sincrético

Não quero ser sintético
Mas, sim, sincrético
Uno, pois, desejo ser
Ninguém há de me entender

Quero ver-me desunido
Finalmente ungido
Como um morto tépido
Nostálgico, e talvez incerto

Que plenitude! Magnitude.
Certezas absolutas,
Vamos exaltar a tergiversação
Rodeios, motes e glosas confusas
Métricas intertas
Paradoxos, antiteses, hipérboles
Vamos ouvir o som da morte
Através da incerteza do profeta

Ver o céu escuro,
Sentir a morbidez da vida
A felicidade da morte
Viver a santa sacanagem
Deixe a liberdade e entenda de libertinagem

Sexo sem amor
Amor só com sexo
Vamos assistir aos enfermos
Sem assisti-los de maneira alguma

Compreenda o poder do frívolo vento
Da morte, do morto
Do todo, de tudo
De Deus, de nós...


Por Dominus Eternus


Pra kem naum sabe Dominus Eternos é meu pseudonimo...

4 comentários:

Anônimo disse...

olah!!!humm..eh vc q faz essis textos??d ondi vc tira inspiracauh para faze-los?..heheheh...bom...eh issu...xauzim..bju bju...

Anônimo disse...

oii
td bem?
heheh teu blog ta mtoo legal... muito lindo essse poema
lindo mesmo amei..
bom...
deixa eu ir
bjaooo

Anônimo disse...

oi...........................................................................................oh eu aki d novo............................................\o/.........................................................................................................................................xau.......................................................................................................=*****************

Anônimo disse...

oie ...
tah mtu legal o teu blog !!!
bjokas Fui