Não quero ser sintético
Mas, sim, sincrético
Uno, pois, desejo ser
Ninguém há de me entender
Quero ver-me desunido
Finalmente ungido
Como um morto tépido
Nostálgico, e talvez incerto
Que plenitude! Magnitude.
Certezas absolutas,
Vamos exaltar a tergiversação
Rodeios, motes e glosas confusas
Métricas intertas
Paradoxos, antiteses, hipérboles
Vamos ouvir o som da morte
Através da incerteza do profeta
Ver o céu escuro,
Sentir a morbidez da vida
A felicidade da morte
Viver a santa sacanagem
Deixe a liberdade e entenda de libertinagem
Sexo sem amor
Amor só com sexo
Vamos assistir aos enfermos
Sem assisti-los de maneira alguma
Compreenda o poder do frívolo vento
Da morte, do morto
Do todo, de tudo
De Deus, de nós...
Por Dominus Eternus
Pra kem naum sabe Dominus Eternos é meu pseudonimo...

4 comentários:
olah!!!humm..eh vc q faz essis textos??d ondi vc tira inspiracauh para faze-los?..heheheh...bom...eh issu...xauzim..bju bju...
oii
td bem?
heheh teu blog ta mtoo legal... muito lindo essse poema
lindo mesmo amei..
bom...
deixa eu ir
bjaooo
oi...........................................................................................oh eu aki d novo............................................\o/.........................................................................................................................................xau.......................................................................................................=*****************
oie ...
tah mtu legal o teu blog !!!
bjokas Fui
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