quinta-feira, junho 02, 2005

VIII Capítulo - O tempo não é o bastante.

Antes, digo este é o VIII Capítulo de meu livro ainda incompleto.

VIII Capítulo - O tempo não é o bastante.

Não poderia ter escolhido um clichê maior para meu título, mas nesse tema tenho uma gama de possibilidades quase infinita, posto que tudo tem um fim, inclusive o tempo.
Estava tocando guitarra para não ter de fazer as tarefas, que não são poucas, mas o qual seria graça da vida se você fizesse apenas aquilo que lhe mandam e não que tu queres, Crowley jamais o perdoaria.
Porém, estando cansado de brigar com meus dedos que teimam em não querer tocar as músicas que quero, decidi dar-lhes outra função, no caso, talvez mais sublime, no entanto ainda sim é sem dúvida uma espécie de perder tempo.
O tempo não é nada. É algo tão concreto quanto abstrato, pois já viu alguém dar um tempo para alguém? A não ser pelos namoros e casamentos frustrados, que não entram nesta história, talvez para outra. No máximo algum engraçado e bobo leitor diria, te darei um relógio, mas o relógio não tem as horas, apenas os ponteiros que as marcam.
À luz dessa idéia penso em outra, que pode mostrar o quanto concreto é o tempo, veja as marcas dos velhos, a vida que lhe correu por entre as mãos, e chocando a quem quer que seja, acredite pode muito ter passado inutilmente.
Os sinais que ficaram são as provas da existência do tempo, ou da fragilidade da vida, ainda não ser ao certo.
Mas isso me leva além. Morte, o que é? Nada. Libertação. Paz, sofrimento. Tudo depende do que crês. Se acreditares que encontrarás Deus, assim será feito. Ou se pensas que terá milhares de virgens também acontecerá.
A Vontade é o bem supremo do homem. É a conexão do homem com seu criador. É o elo entre vida e morte, que nada mais são que dois lados de uma mesma moeda, ou outro lado do espelho.
Onde como os astecas, se não me engano, e até mesmo alguns mexicanos de hoje, ou ainda alguns que não conhecem as tradições daqueles que foram na América grande potência no passado, vêm na morte o espelho da vida, e verás tudo o que fizeste, e pela tradição, dependendo de sua morte, ou da vida que teve, irá para um dos quatro lugares para onde o morto iam, cada um separado pelo jeito de sua morte.
Bem, não sei se devo manter me aqui, neste parágrafo. Ou continuar a escrever sem cessar. Decidi.

terça-feira, maio 31, 2005

Como é vago um título desnecessário.

Há algum tempo não venho por meio deste exprimir meus sentimentos inconstantes e a vã imagem do mundo.
Bem, há poucos dias estive por MSN com uma prima, e conversamos sobre os interessantes assuntos da psicologia e filosofia, foi muito gratificante, e a pedido dela ainda devo escrever algo sobre a inconstância do amor, mas isso é assunto para outros textos.
Não tenho feito muita coisa ultimamente, hoje (31/05/2005), por exemplo, tive uma situação estranha, mas feliz, como havia passado um pouco desde nosso ultimo encontro, eu e Marianne nos encontramos novamente, foi conturbado, sem conversas, apenas alguns olhares, que para mim foram grandes momentos eternizados pelo sorriso amável dela. Não vejo a hora em que possamos conversar, para ela deixo a minha mensagem - Marianne te adoro, você é especial, “além de tudo” é uma grande amiga. Ela entenderá o motivo das aspas...
Também hoje, vi o teatro de D. Casmurro executado por uma companhia de teatro de São Paulo, não me recordo o nome. Belíssimo - como poderia dizer um dos personagens.
Um gigantesco abraço fraterno a todos os meus irmãos, e um especial a meu grande amigo e tutor – mais ou menos – Frater Kurush, de Curitiba que sempre quando possível traz para mim um pouco do conhecimento universal, que me ajuda a descobrir a verdadeira Vontade, que nossas conversas sejam como são, para todo o sempre - profundas, enigmáticas, que realmente servem para transformar minha curiosidade em verdade.
Algo que não disse no meio da semana, Domingo (29/05/2005) foi aniversário de minha mãe, mesmo eu sendo um adolescente um pouco fora do comum, tenho que dizer que a amo, mesmo sem dizer nada.
No sábado fui ao aniversário da Natalia Alves, de Bastos, sem comentários, Aline Magalhães – uma de minhas maiores amigas que o diga.
Sem mais, sob auspícios de Deus e de ninguém mais, fraternalmente Flávio Sales Truzzi, O Pirunga, ou Dominus Eternus.
Em L.L.L.L.

domingo, maio 29, 2005

Ai ai aiai

Bem... começando... Beijos para: Marianne, e pra Melisa, bem essa ai pra kem num conhce eh uma amiga minha de Osvaldo Cruz, e agente fica flando bobera na net...! soh pra da risada!! um pior q o outro... ahahhahahahah
aahh ela tem ódio de quem escreve o Nome DELA Assim: MeliSSa, ou que fale tem q falar assim oh: MELIZA...a haha bjaum pra todos

Bem, to sem muita ideia pra escreve mais tarde eu edito esse post e coloko algo!