Olá pessoas! (como diria minha grande amiga Aline), no momento passo por várias coisas umas muito boas!!! Num preciso nem comenta... aohaoha , posto, algumas não tão felizes assim.
Não é possivel ficar indiferente a tanta ignorância, indiferença, descaso, criancice, falta de compaixão, para isso eu digo: "A verdade que assombra/ O descaso que condena/ A estupidez e o que destrói/ Eu vejo tudo o que se foi/ e o que não existe mais/ ... / Eu quero a espada em minhas mãos" (Legião Urbana), bem um dia atravessarei a espada da vida na maldade terrena que me cerca.
Porém das coisas boas deixo abraços e beijos para todos os meus amigos e amigas (não nessa ordem), e especiais para: Marianne (te adoro mto e você sabe disso), Ná Morrão (não há ninguém tão hilario como você, você é demais), Aline M. (amiga de herculandia, as vezes brigamos, mas muitas vezes não sei o que seria sem você, aouhaoha, e vc sem mim lembra? aohaouah), Bode (amigão msmo), Mr. Jeff (vc é d+ tb), Lívia (te adoru!), Fernanda Borges (muito obrigado pelo elogio ao meu texto), Aline (ow nunca mais me morde, isso dói!!!), e tb pra Rá (te adoro mto viu tb!! aa vc vai fica linda de homem ao meu lado aohaohaohaoh), e todas as outras pessoas especiais.
Bem agora como quase sempre, um Poema, não macabro, mas que serve para jogar para fora o sentimento impuro que possa existir em mim.
Agonia
O Luar cai sobre mim
Rogo minha alma profana
O temor da vida mundana
E águas passam sobre mim
Evoco demonios em fim
E não vejo algum jardim
A Sombra soturna assombra
Sonhos dos malditos tormentos
Sem atinar os meus tentos
E a maldita hora tétrica
Da agonia dos algozes
Estou ao pé de um cipéstre
Lucífero filho de Lúcifer
O Microcosmo pentaédrico
Morte jaz eternos tormentos.
[ Nota: Olha! Eu fiz com métrica!! Octassílabos... para ser de fácil musicalidade. ]
Fraternalmente, Flávio S. Truzzi.
Em L.L.L.L.