Antes, digo este é o VIII Capítulo de meu livro ainda incompleto.
VIII Capítulo - O tempo não é o bastante.
Não poderia ter escolhido um clichê maior para meu título, mas nesse tema tenho uma gama de possibilidades quase infinita, posto que tudo tem um fim, inclusive o tempo.
Estava tocando guitarra para não ter de fazer as tarefas, que não são poucas, mas o qual seria graça da vida se você fizesse apenas aquilo que lhe mandam e não que tu queres, Crowley jamais o perdoaria.
Porém, estando cansado de brigar com meus dedos que teimam em não querer tocar as músicas que quero, decidi dar-lhes outra função, no caso, talvez mais sublime, no entanto ainda sim é sem dúvida uma espécie de perder tempo.
O tempo não é nada. É algo tão concreto quanto abstrato, pois já viu alguém dar um tempo para alguém? A não ser pelos namoros e casamentos frustrados, que não entram nesta história, talvez para outra. No máximo algum engraçado e bobo leitor diria, te darei um relógio, mas o relógio não tem as horas, apenas os ponteiros que as marcam.
À luz dessa idéia penso em outra, que pode mostrar o quanto concreto é o tempo, veja as marcas dos velhos, a vida que lhe correu por entre as mãos, e chocando a quem quer que seja, acredite pode muito ter passado inutilmente.
Os sinais que ficaram são as provas da existência do tempo, ou da fragilidade da vida, ainda não ser ao certo.
Mas isso me leva além. Morte, o que é? Nada. Libertação. Paz, sofrimento. Tudo depende do que crês. Se acreditares que encontrarás Deus, assim será feito. Ou se pensas que terá milhares de virgens também acontecerá.
A Vontade é o bem supremo do homem. É a conexão do homem com seu criador. É o elo entre vida e morte, que nada mais são que dois lados de uma mesma moeda, ou outro lado do espelho.
Onde como os astecas, se não me engano, e até mesmo alguns mexicanos de hoje, ou ainda alguns que não conhecem as tradições daqueles que foram na América grande potência no passado, vêm na morte o espelho da vida, e verás tudo o que fizeste, e pela tradição, dependendo de sua morte, ou da vida que teve, irá para um dos quatro lugares para onde o morto iam, cada um separado pelo jeito de sua morte.
Bem, não sei se devo manter me aqui, neste parágrafo. Ou continuar a escrever sem cessar. Decidi.

6 comentários:
Aeee Pirungaa!!
foi vc q escreveu akilo????
meu deus...vc escreve bem heinn!!uahuauauhuha...mtu loco seu textoo
flw
abraçao
t+
f
u
i
Olá!! Quando estava começando a me infiltrar no pensamento...acaba. rs
É preciso saber lidar com o tempo...mas sem ser seu escravo.E sobre as leis Crowley, acho que sou uma grande adepta!! rss Até mais!
oie... blz??.. tpw...... nem tenhu mtu o q fala......so passei p/ da u oi msm... falows aew.. bjussss
oiee!!
tpw... hoje eu nem li o texto.... =X.... li +/-... pq to mexendo numas coisas aki... intaum nem vo fala nada sobre ele! auihuiahiuaiuhauiuiahu
eh... vai teq me ensina a coreografia neh!? iahuiahuhaauuaiua
bjos bjos.......... vai sai hj com agent neh!??! =D
auihaihauhuaiuiah
xau xau!
haa nauh acredito q eu axei como comenta aki!
ahuahauahua
haa teu blog ta lindu!..
faz um flog ow!
=P
haa eh isso ..
t adoro ok?
bjauhh
si cuidaa
ola...
eh...vc sab neh...eu nauh li...
mas eu jah disse q qdo seu livro fica prontu eu leiu!!
hahhaha
talvez dpois q eu comenta eu leiu ok...
eh pirunga..vc tem ctz q nauh neh??uhsaushuahs eu e meus sonhos...=/
e vc e seus emotions!
eu ainda axo q ela tava dançando!hahaha
bom...jah escrevi d+
bjauh
ti adoru ok
take care..;*******
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